Nova parceria com o Journal of Vascular Access (JVA)

A APoAVa acaba de se tornar parceira do Journal of Vascular Access (JVA), o qual pertence à linha editorial da SAGE Journals.

«JVA considers the publication of original manuscripts dealing with clinical and laboratory investigations in the fast growing field of vascular access. In addition reviews, case reports and clinical trials are welcome, as well as papers dedicated to more practical aspects covering new devices and techniques. All contributions, coming from all over the world, undergo the peer-review process.» (Pode conhecer mais o JVA aqui).

O JVA tem um factor de impacto de 1.306 estando indexado nas seguintes bases de dados: PubMed-MEDLINE; Clarivate Analytics: Science Citation Index Expanded (SCIE); ProQuest; Embase; EBSCO; J-Gate; Ovid; Scopus; CNKI Scholar.

A publicação mais recente é o volume nº 20, o qual é a primeira publicação de Janeiro de 2019.

Com esta parceria, todos os sócios da APoAVa poderão ter um desconto na subscrição do JAV, através de um código (acessível na área reservada) a inserir no momento do pagamento.

Formações Avançadas | PICCs e Midlines

Nos dias 11 e 12 de outubro, quinta e sexta-feira respetivamente, a APoAVa, em parceria com a BD-Bard, desenvolveu dois dias de formação avançada em colocação e manutenção de PICCs e Midlines.

Este evento vem dar continuidade ao compromisso da Associação em desenvolver actividades de índole formativa e científica na área dos acessos vasculares, com um especial foco na introdução de novas tecnologias na prática clínica. Desta forma, a APoAVa pretende destacar-se como referência na formação e investigação nesta área.

A formação decorreu na Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem (UICISA: E), nas instalações da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), onde está sediada a APoAVa. Os formandos tiveram a possibilidade de conhecer os objetivos, finalidade e atuais projetos desenvolvidos na UICISA:E, através da apresentação port parte do seu Coordenador Científico, o Professor Doutor Manuel Alves Rodrigues.

No global, estiveram presentes 30 profissionais de saúde, enfermeiros e médicos, que vieram de Londres, Porto, Leiria, Coimbra e Lisboa. Estes profissionais já desenvolvem, ou pretendem desenvolver nos contextos onde trabalham, intervenções no âmbito da colocação de PICCs e Midlines.

Os formadores da BD-Bard, o Enfermeiro Miguel Benitez e a Enfermeira Marina Ramirez (Figura 1), ambos especialistas certificados, bem como a Drª Susana Pregitzer, representante da empresa, dinamizaram as principais atividades.

Figura 1. Apresentação pela Professora Doutora Anabela Salgueiro-Oliveira, Presidente da APoAVa

O curso consistiu numa manhã de sessões teóricas, com revisões da anatomia do membro superior, com especial ênfase para a estrutura e localização das principais veias e artérias. Foram descritos algoritmos de decisão acerca da utilização dos dispositivos de acesso vascular em causa, sublinhando-se o seu impacto na eficiência e segurança dos cuidados prestados.

Na parte da tarde, decorreram workshops práticos, na qual todos os formandos tiveram a possibilidade de praticar técnicas de inserção e manutenção, com o apoio da BD-Bard. Entre outros, foi possível experimentar o ecógrafo SiteRite8 (Figura 3) e Midline PowerGlide Pro (Figura 2).

Parte da formação incidiu também na inserção de PICCs com auxílio do Sherlock 3CG (Figura 4), para verificação da localização da extremidade do cateter.

Figura 2. Midline PowerGlide Pro

 Figura 3. Inserção Ecoguiada com SiteRite8

 

Figura 4. Workshop com Sherlock 3CG

 

É ambição da APoAVa continuar a disponibilizar aos profissionais de saúde meios de formação e bibliografia atualizada nesta área.

Formações Avançadas em PICCs e Midlines

A APoAVa, em parceria com a BD|BARD, organiza nos dias 11 e 12 de Outubro, quinta e sexta-feira, respectivamente, duas formações avançadas sobre inserção e manutenção de PICCs e Midlines.

 

O que se entende por PICC?

O PICC (Peripherally Inserted Central Catheter, cateter central de inserção periférica) é um dispositivo para acesso venoso composto de um cateter de material biocompatível que – inserido numa veia periférica (na maioria dos casos, do membro superior) – atinge uma posição “central”, ou seja, a área de transição entre a veia cava superior e o átrio direito.

 

O que se entende por Midline?

O termo “Midline” foi determinado há duas décadas para indicar o acesso venoso inserido no braço cujo comprimento era “a metade” entre comprimento de um cateter (3-5 cm) e um PICC (30-50 cm sobre o comprimento suficiente comum para chegar do braço à junção cavo-atrial).

 

A escolha entre o PICC e o Midline: acesso central vs acesso periférico

A indicação substancialmente diferente entre PICC e Midline é baseada principalmente no fato de que o PICC é um acesso venoso central, entretanto, o Midline é um acesso periférico.

 

 

As inscrições já se encontram abertas (inscrições limitadas a 15 pessoas por cada dia): http://apoava.pt/noticias/picc2018

A formação será dinamizada por dois enfermeiros especialistas na área, certificados pela BD|BARD, que acompanharão os formandos, também através de bancas práticas.

Nestes dias, será possível ter contacto com novas tecnologias, as quais auxiliam o profissional na inserção deste tipo de cateteres. Será também um momento importante de reflexão, acerca de como este tipo de práticas pode evitar uma série de complicações relacionadas.

[Mais Acerca de…] A APoAVa no WoCoVA 2018!

Como já é sabido, a APoAVa marcou presença no WoCoVA 2018 entre os dias 20 e 22 de Junho.

A Associação pretende tornar-se uma referência a nível nacional na área dos Acessos Vasculares, principalmente através da elaboração de estudos e publicação de artigos científicos, e organização de eventos.

Juntamente com outras associações e sociedades, a APoAVa, enquanto parceira do congresso, participou de várias formas no evento, em particular com uma banca promocional e apresentação de uma comunicação oral e três pósters científicos.

(Da esquerda para a direita: Dr. Rodrigo Oom, 2º Vogal do Conselho Fiscal; Drª. Rita Barroca, Presidente da Mesa da Assembleia Geral; Profª Doutora Anabela Salgueiro-Oliveira, Presidente)

A Professora Doutora Anabela Salgueiro-Oliveira, no contexto deste evento, teve ainda a oportunidade de realizar uma visita ao hospital OSI Araba Hospital Universiario / Araba ESI (Vitoria-Gasteiz, Álava, Espanha), acompanhando uma equipa de terapia intravenosa.

 

APoAVa participa em Formação Avançada sobre inserção de PICC ecoguiada

Cerca de trinta enfermeiros que trabalham em contexto hospitalar na zona centro do país participaram, nos dias 14 e 29 de junho, numa formação avançada que decorreu na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), sobre a utilização de ecógrafo para seleção de acessos vasculares e inserção de cateteres centrais de inserção periférica.

A formação, no âmbito do projeto TecPrevInf, que é liderado pela ESEnfC e que visa a implementação de tecnologias inovadoras na prática clínica dos enfermeiros, com o propósito de prevenir infeções associadas ao uso do cateter venoso periférico, foi assegurada por Rita Barroca (Presidente da Mesa da Assembleia Geral da APoAVa), Mariana Sousa e Franscico Cabral, médicos no Instituto Português de Oncologia de Lisboa.

O ecógrafo é um aparelho que utiliza ondas de ultrassom de alta frequência que permitem visualizar, em tempo real, as estruturas internas de um determinado segmento anatómico, facilitando o procedimento descrito e evitando complicações imediatas.

O projeto “TecPrevInf – Transferência de inovação tecnológica para as práticas dos enfermeiros: contributos para a prevenção de infeções” é co-financiado por fundos europeus e resulta de uma parceria entre a ESEnfC, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESTeSC/IPC), o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e a Associação Portuguesa de Acessos Vasculares (APoAVa), juntando as áreas da Enfermagem e da Microbiologia aos contextos da prática clínica.

No âmbito do projeto TecPrevInf, estão previstas, ao longo do ano civil, mais sessões de formação avançada que visam a utilização de outras inovações tecnológicas (pensos de última geração para fixação de cateteres venosos periféricos e luz quase-infravermelha na seleção de acessos periféricos). Serão também disponibilizadas, brevemente, novas datas para Formação Avançada nesta área temática todos os profissionais de saúde em contexto nacional.

APoAVa estará no III Congresso Internacional de Enfermagem de Reabilitação

A Associação Portuguesa de Acessos Vasculares marcará presença no III Congresso Internacional de Enfermagem de Reabilitação – “A Pessoa, Função e Autonomia – Reabilitar nos Processos de Transição na Respiração: Ventilação/Perfusão/Difusão”, a decorrer entre os dias 21 de 23 de março de 2018 na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra.

Para dar respostas às necessidades das pessoas em risco ou com alterações respiratórias, os enfermeiros de reabilitação na sua formação, adquirem um conjunto de conhecimentos teóricos e práticos que os habilita e capacita técnica e cientificamente para tomarem decisões. Nesta vertente os enfermeiros de reabilitação ajudam as pessoas e os seus familiares, influenciando-os nos vários processos de transição. Apresentar experiencias inovadoras e os resultados obtidos pelas intervenções prescritas, perceber o que é facilitador e/ou dificultador e fazer uma discussão com vista a melhorar a eficácia dos cuidados prestados pelos enfermeiros e particularmente os de reabilitação, são os principais objetivos. Neste contexto, esperamos que o III Congresso Internacional de Enfermagem de Reabilitação – “A Pessoa, Função e Autonomia – Reabilitar nos Processos de Transição na Respiração: Ventilação/Perfusão/Difusão”venha contribuir para que as pessoas com alterações respiratórias possam beneficiar desta partilha de conhecimentos, e consequentemente sintam e reconheçam a importância que os enfermeiros reabilitação podem ter não só nos seus processos corporais, mas de igual modo, nos comportamentais, psicológicos e familiares.

Venha conhecer alguns dos membros da Associação Portuguesa de Acessos Vasculares, conhecer os nossos projetos em decurso, futuros eventos a realizar e as vantagens em se tornar sócio. Temos algumas surpresas para si!

Estaremos à sua espera na zona de stands, junto à porta do Auditório Dr. António Arnaut.

Projeto de investigação em acessos vasculares em destaque

O projeto TecPrevInf (Transferência de inovação tecnológica para as práticas dos enfermeiros: contributos para a prevenção de infeções) será apresentado no Seminário “Translação da ciência com envolvimento do cidadão”, o qual decorrerá no próximo dia 23 de fevereiro de 2018, no Pólo B da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra.

Este projeto resulta de uma parceria entre a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESTeSC/IPC), o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e a Associação Portuguesa de Acessos Vasculares (APoAVa).

Além de procurar contribuir para o bem-estar e segurança dos doentes, “o projeto TecPrevInf permitirá melhorar as competências dos profissionais, relacionadas com o uso de tecnologias inovadoras em acessos vasculares, e aumentar a satisfação profissional, ao facilitar uma prestação de cuidados de maior qualidade”, afirma a professora doutora Anabela Salgueiro-Oliveira

O projeto TecPrevInf é cofinanciado pelo Centro 2020, no âmbito do Sistema de Apoio à Investigação Científica e Tecnológica, com um incentivo do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional de 120.756,36 euros para um investimento global de 148.785,25 euros.

Convidamos todos os interessados a estarem presentes no evento, com especial destaque para a sessão das 10:50 horas “Um exemplo de investigação em saúde: TecPrevInf. Consulte o website oficial do evento.

Membro da APoAVa conclui Doutoramento com estudo em acessos vasculares

O estudo de investigação realizado pela Professora Doutora Luciene Muniz Braga, no âmbito do Doutoramento no ramo Enfermagem da Universidade de Lisboa, vem revelar que as práticas de enfermagem no processo de punção de vasos e administração de terapêutica endovenosa são influenciadas por fatores como “ambiente dos cuidados, a sobrecarga de trabalho, a ausência de um cateter em alternativa ao cateter venoso periférico e a indicação deste a todos os doentes”.

O estudo intitulado “Práticas de enfermagem e a segurança do doente no processo de punção de vasos e na administração da terapêutica endovenosa” foi defendido no passado dia 16 de novembro de 2017.

No decurso do estudo realizado numa unidade de medicina de um hospital da região centro de Portugal, foram verificadas situações de “desvio em relação às boas-práticas como, por exemplo, a seleção do adesivo branco não estéril para fixar o cateter venoso periférico no local da inserção, a utilização deste adesivo como penso secundário, a inserção do cateter venoso periférico no membro inferior, ou a administração de medicamentos com características irritantes e/ou vesicantes, com pH inferior 5 ou superior 9, através do cateter venoso periférico”.

 

No estudo de coorte que desenvolveu, a Professora da Universidade Federal de Viçosa identificou com maior incidência, por 1000 CVPs/dia, complicações como obstrução (72,7%), infiltração (59,7%), remoção acidental (65,5%), flebite (43,2%), saída de fluído pelo local de inserção (20,9%) e dor (11,5%).

 

 

Cateter Venoso Central de Inserção Periférica (PICC)

Segundo a investigadora, “estes resultados indicavam a necessidade de melhorar as práticas de enfermagem através da implementação no serviço de novas tecnologias em saúde, como o cateter venoso central de inserção periférica”. Esta realidade culminou na realização de uma “intervenção educativa com os enfermeiros do serviço para a utilização do PICC”, tendo-se verificado “benefícios para os doentes e para os enfermeiros, nomeadamente na administração da terapêutica endovenosa de forma rápida e segura, na redução do número de punções venosas, de dor, de ansiedade e stress associados, assim como de complicações locais”.

Consulte as conclusões do estudo de investigação da Professora Doutora Luciene Muniz Braga na nossa biblioteca reservada para membros.

APoAVa parceira em projeto de investigação financiado

A Escola Superior de Enfermagem de Coimbra lidera um projeto, cofinanciado por fundos europeus, que tem por objetivo a implementação de tecnologias inovadoras na prática clínica dos enfermeiros com vista à prevenção de infeções associadas aos cuidados de saúde, relacionadas com o uso do cateter venoso periférico.
Escola portuguesa lidera projeto inovador para prevenção de infeções“TecPrevInf – Transferência de inovação tecnológica para as práticas dos enfermeiros: contributos para a prevenção de infeções” é o nome do projeto que resulta de uma parceria entre a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC), a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESTeSC/IPC), o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e a Associação Portuguesa de Acessos Vasculares (APoAVa).

Reunindo as áreas da Enfermagem e da Microbiologia com os contextos da prática clínica, pretende-se, ainda, com este projeto que algumas tecnologias disponíveis no mercado – exemplo dos equipamentos que recorrem ao ultrassom, da luz quase-infravermelha ou dos cateteres venosos centrais de inserção periférica –, passem a ser utilizadas na prática clínica dos enfermeiros, contribuindo para superar as contrariedades relacionadas com a cateterização venosa em doentes com acessos venosos difíceis.

De acordo com a responsável do projeto, professora doutora Anabela Salgueiro, “estas tecnologias contribuirão para diminuir a necessidade de um maior número de punções e, por conseguinte, de algumas complicações associadas, como a dor e o risco de infeção”.

Além de procurar contribuir para o bem-estar e segurança dos doentes, “o projeto TecPrevInf permitirá melhorar as competências dos profissionais, relacionadas com o uso destas tecnologias, e aumentar a satisfação profissional, ao facilitar uma prestação de cuidados de maior qualidade”, afirma a professora da ESEnfC.

“O Sistema de Apoio à Investigação Científica e Tecnológica que apoiará a implementação do TecPrevInf é uma mais-valia importante, pois o investimento previsto em termos de recursos humanos e de equipamentos seria, certamente, significativo para cada uma das instituições parceiras», implicando «custos consideráveis que o projeto poderá, agora, subsidiar e que de outra forma seria deveras complicado conseguir”, explica Anabela Salgueiro. Será, assim, possível contratar dois bolseiros em dedicação exclusiva e adquirir algumas tecnologias para implementação na prática clínica.

Este projeto, cujo período de execução termina em abril de 2019 (tem a duração de 18 meses), envolverá, também, estudantes de licenciatura da ESEnfC, através da iniciativa Rotações de Iniciação à Investigação, desenvolvida pela Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem, assim como estudantes de mestrado e de doutoramento que pretendam investigar nesta área do conhecimento.

O projeto TecPrevInf é cofinanciado pelo Centro 2020, no âmbito do Sistema de Apoio à Investigação Científica e Tecnológica, com um incentivo do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional de 120.756,36 euros para um investimento global de 148.785,25 euros.

Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra

Decorreu o 1º Encontro Nacional de Acessos Vasculares

Decorreu no passado dia 10 de novembro de 2017 o 1º Encontro Nacional de Acessos Vasculares, que reuniu 70 profissionais de 39 instituições públicas e privadas de saúde do Norte, Centro, Sul e Ilhas (Açores) de Portugal. O evento, acolhido pela UICISA:E da ESEnfC, apresentou enquanto objetivos: a partilha de experiências entre profissionais, sobre as práticas de cada instituição de saúde relacionadas com os cateteres venosos centrais e periféricos, tendo como suporte a evidência científica e guidelines publicadas sobre a temática, assim como, a divulgação da Associação Portuguesa de Acessos Vasculares (APoAVa).

O dia de trabalho foi profícuo tendo sido abordadas diversas temáticas, tais com: a diversidade de práticas existentes nas instituições de saúde relacionadas com a inserção e manutenção de cateteres venosos; materiais e tecnologias inovadoras disponíveis na atualidade para os cuidados neste âmbito; importância de criação de equipas multidisciplinares conforme já ocorre noutros países; necessidades de investigação científica na área, em Portugal.

As empresas Vygon, Teleflex, Bard, BBraun e 3M patrocinaram o evento e estiveram presentes com exposição de materiais e equipam

entos, para apoio à cateterização venosa.

Como propostas de trabalho futuro entre as instituições participantes, a APoAVa propôs: a sistematização das temáticas-chave relativas aos acessos vasculares discutidos no 1º Encontro Nacional de Acessos Vasculares; realização de um estudo de prevalência ponto sobre cateteres venosos periféricos; e a realização de Conferência sobre Acessos Vasculares no primeiro semestre de 2019.